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“… com capacitação, os pais podem se tornar multiplicadores de conhecimento e realizar processos terapêuticos com os filhos…”

“… com capacitação, os pais podem se tornar multiplicadores de conhecimento e realizar processos terapêuticos com os filhos, compartilhando as informações com outros pais e levando-a para toda a comunidade.” 

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“… dificuldades financeiras, a pouca disponibilidade de tempo dos pais, a agenda apertada dos profissionais capacitados … continua impossibilitando a dedicação no volume recomendado…”

“… Grande parte dos programas de tratamento para crianças com autismo incluem várias terapias que são determinantes para o exercício de habilidades como a comunicação verbal, por exemplo. No entanto, dificuldades financeiras, a pouca disponibilidade de tempo dos pais, a agenda apertada dos profissionais capacitados e uma série de outros fatores continua impossibilitando a dedicação no volume recomendado”.

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COFFITO normatizou em 2017 atuação da Terapia Ocupacional em domicílio

O COFFITO, sempre em atenção às necessidades dos profissionais e da saúde da população, publicou em 2017 novas resoluções voltadas ao atendimento domiciliar, também conhecido como Home Care. A Resolução-COFFITO nº 475 e nº 480 resguarda a prática do Terapeuta Ocupacional na atenção domiciliar.

A intervenção terapêutica ocupacional/home care compreende as modalidades de consulta domiciliar, atendimento domiciliar e internação domiciliar. Pode ser executada nos três níveis de atenção à saúde, por Terapeutas Ocupacionais que atuam de forma autônoma ou em equipe multidisciplinar, por instituições públicas, privadas ou filantrópicas que ofereçam serviços de atendimento domiciliar. 

Entre as competências do profissional, destacam-se:

a – Realizar diagnóstico, prescrever e executar intervenção terapêutica ocupacional;

b – Analisar e planejar as condições ambientais à atenção terapêutica ocupacional, de forma resolutiva e segura;

c – Planejar o treino de Atividades de Vida Diária do paciente, providenciando no domicílio as adaptações pessoais e ambientais utilizados para esse desempenho;

d – Orientar os familiares e cuidadores, facilitando o cotidiano do paciente, e buscando sua autonomia e independência.

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“…uma das soluções para capacitação de pais em larga escala seria o treinamento remoto…”

Treinar pais tem um impacto que é renovador nos pais. Os pais deixam de se verem como incapazes, impotentes, e passam a se ver como um fator preponderante que vai mudar a vida dos filhos”, complementa. 

Para Dr. Gadia, uma das soluções para capacitação de pais em larga escala seria o treinamento remoto. Essa é uma das necessidades mais imediatas para a evolução da forma como o autismo é abordado no Brasil, dado o tamanho do país e a dificuldade de chegar a regiões mais distantes. 

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“Se você tem apenas uma hora por semana para dedicar à terapia do seu filho com autismo, use esse tempo para treinar os pais”

Uma das perguntas que eu escuto com frequência no dia a dia de clínica é a seguinte: ‘eu só consigo levar meu filho para terapia uma hora por semana, isso é suficiente?’”. A resposta, segundo ele, é bastante simples: “para uma criança com autismo, uma hora por semana de terapia é o mesmo que nenhuma terapia. Não existe método algum de abordagem para o TEA que dê resultado neste tempo. Se você tem apenas uma hora por semana para dedicar à terapia do seu filho com autismo, use esse tempo para treinar os pais”. 

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RESOLUÇÃO Nº 11, DE 11 DE MAIO DE 2018

Regulamenta a prestação de serviços psicológicos realizados por meios de tecnologias da informação e da comunicação 

 Art. 1º – Regulamentar a prestação de serviços psicológicos realizados por meio de tecnologias da informação e da comunicação.

Art. 2º – São autorizadas a prestação dos seguintes serviços psicológicos realizados por meios tecnológicos da informação e comunicação, desde que não firam as disposições do Código de Éca Profissional da psicóloga e do psicólogo a esta Resolução: 

I. As consultas e/ou atendimentos psicológicos de diferentes tipos de maneira síncrona ou assíncrona;

II. …

III. Utilização de instrumentos psicológicos devidamente regulamentados por resolução permanente, sendo que os testes psicológicos devem ter parecer favorável do Sistema de Avaliação de Instrumentos Psicológicos (SATEPSI), com padronização e normatização específica para tal finalidade.


IV. A supervisão técnica dos serviços prestados por psicólogas e psicólogos nos mais diversos contextos de atuação.

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Diagnóstico (errado) de TDAH é mais frequente em crianças que estão adiantadas na escola

Descobertas anteriores de pesquisadores de Harvard mostraram maiores taxas de diagnóstico de TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) para crianças que eram as mais novas da turma do jardim de infância em comparação com as mais antigas. Porém, novas pesquisas recém-publicadas na JAMA Pediatrics revelam que, além de diagnósticos mais altos de TDAH de crianças que estão entre as mais jovens de sua série, estar em uma turma anterior à indicada também pode levar ao aumento do diagnóstico de deficiências intelectuais e depressão.

O novo estudo analisou mais de um milhão de crianças no Reino Unido e descobriu que aquelas que estavam entre o trimestre mais jovem de sua série tinham 30% mais chances de serem diagnosticadas com deficiência intelectual do que o quarto mais velho das crianças. Esses jovens tinham 40% mais chances de serem diagnosticados com TDAH e 30% mais chances de serem diagnosticados com depressão. Os pesquisadores concluem:

Neste estudo, o fato de estar em uma série avançada na escola está associado a um risco aumentado de diagnóstico de TDAH, deficiência intelectual e depressão na infância”.

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Brainy Mouse: o jogo que ajuda na inclusão e alfabetização de crianças autistas

Aplicativo de celular criado por brasileira nos EUA incentiva a leitura e a escrita

Buscando estimular o desenvolvimento e autonomia da criança e criar oportunidades de desenvolver suas habilidades cognitivas, a brasileira Ana Paula Sarrizo  investiu na criação do jogo Brainy Mouse – um ratinho muito simpático e esperto – através da Brainy Mouse Foundation.

Focado na alfabetização de crianças com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) e crianças com Defict de Atenção, o game pode ser utilizado em qualquer celular Android ou iOS – em inglês, português, e, em breve em espanhol – e apresenta uso fácil e intuitivo. 

O Brainy Mouse também se propõe para auxiliar pais, responsáveis, professores e profissionais que convivem com as crianças que têm Transtorno do Espectro do Autista (TEA). “O usuário pode configurar o jogo, mudando as cores do layout, escolhendo a música que vai tocar, a velocidade do ratinho, a voz da locução, além da fonte das letras. Pensamos nisso porque entendemos que nenhuma criança autista é igual a outra.Cada uma tem sua personalidade sua identidade própria e seus desafios. Algumas não se sentem confortáveis com as mesmas rotinas, já para outras isto é fundamental”, afirma Ana. 

Após um ano de lançamento, o jogo conta com apoio do Dr. Augusto Cury, um dos autores dos maiores best-sellers do momento, doutor em psicanálise, professor, escritor brasileiro e médico psiquiatra, e do Dr. Allyson Muotri, pioneiro em pesquisas que ajudaram a descobrir as causas e mapear tratamentos mais eficazes para o Transtorno do Espectro Autista, além de cartas de recomendação de pais, educadores e profissionais da saúde.

Ana aponta que como não existe cura até o momento, o tratamento mais indicado que se propõe hoje para os autistas é um tratamento multidisciplinar com vários profissionais. “Nutricionista, psicólogo, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, neurologista, esporte, música. Quanto mais atividades que a criança consegue desenvolver suas habilidades cognitivas, maior é o resultado que ela pode alcançar – e o jogo se propõe a isso”, aponta a idealizadora do projeto.

O Jogo

Em um ambiente alegre e cheio de desafios, o jogo  acontece em um restaurante, representado por países. Cada restaurante é detalhadamente decorado com os utensílios, cores e layout customizados conforme a cultura e referências do país. 

A criança precisa coletar as sílabas espalhadas no restaurante sempre da esquerda para direita, formando as palavras indicadas no menu de tarefa do prato determinado e, o  Rato Amigo, possui super poderes que ajuda a criança a encontrar as sílabas e a fugir do chefe cozinheiro.  

Além disso, o usuário pode customizar as roupas e o personagem Brainy Mouse com seus cheese coins, conquistados durante o jogo, estimulando a criança a vencer desafios e deixando dinâmico, evitando o que acontece com a maioria dos jogos educacionais, que são abandonados pela criança por se tornarem monótonos e não gerar felicidade durante o jogo.

Sobre a Brainy Mouse Foundation

A Brainy Mouse Foundation é uma organização sem fins lucrativos, que tem como objetivo desenvolver aplicativos digitais que promovam a inclusão de crianças e adolescentes. A fundação apoia e investe em diversos projetos sociais de grande relevância e de impacto na vida de milhares de famílias.

Para mais informações: http://brainymouse.org/pt-br/

Assessoria de Imprensa

Larissa Alves

comunicacao.larissaalves@gmail.com

Cel: (11) 95204-7470

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Educação de autistas como despesa médica para fins de dedução da base de cálculo do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF)

Mães e pais de pessoas com deficiência podem conseguir abater do Imposto de Renda as despesas com educação. A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) aprovou nesta quinta-feira (08/08/2019) o substitutivo do relator, senador Flávio Arns (Rede-PR), a um projeto de lei que considera a educação dessas pessoas como despesa médica, para fins de dedução da base de cálculo do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF).
Para justificar a alteração na Lei 9.250, de 1995 (Lei do Imposto de Renda), Veneziano, em sua proposta original, enfatizou que crianças com autismo geralmente têm excelente resposta clínica quando submetidas a programas educacionais que estimulam o desenvolvimento de habilidades sociais, de capacidades de comunicação e de melhoria do comportamento.

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